sábado, 8 de agosto de 2009

me converti

Mudei de opinião. Não acho mais que a vida não tem sentido. Eu acho que o sentido da vida é o conhecimento. O ser humano evolui. Algum dia a gente vai ter capacidade de compreender... essa coisa, que é a vida. Ednaldo Ernesto e Flávia me converteram.
Quando Paul McCartney, bem novinho, fumou maconha a primeira vez numa festa louca aí depois de uma turnê, ele achou que tinha descoberto o sentido da vida. Pediu pra não-sei-quem anotar num papel, porque ele sabia que no dia seguinte ele não lembraria. No outro dia, ele leu o papel. Tinha escrito: There are seven levels.
Acho que Paul McCartney estava certo. Em seja lá o que ele queria dizer.
Não sei se Ednaldo e Flávia me converteram tanto a ponto de eu achar que há "vida" após a morte. Mas o raciocínio faz sentido. Pra que tudo isso? Eu não acho que eu vá ter o mesmo destino de um animal e apodrecer na terra. Há algo a mais em mim, a consciência, a tal da alma. E isso não é material. Isso é energia, é eterno. O conhecimento que você adquire na vida não é desperdiçado. Mas aí eu volto pra o mesmo ponto: e por que a vida tem que ter um sentido? Pode ser que tudo isso seja inútil, mesmo. Que a gente fica a vida toda zanzando, tentando prolongar essa estadia miserável, adquirindo conhecimento... pra nada, mesmo.
Do pó viemos, e ao pó voltaremos.
E...?

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